sábado, 26 de maio de 2012

Saiba como elaborar uma prova ou avaliação bem equilibrada

por: Fernando Pina


De acordo com a técnica pedagoga Marinete Lima, da 5ª URE, uma prova ou avaliação equilibrada deve conter:


25% de questões difíceis; 
50% de questões médias e
25% de questões fáceis.



Assim, segundo ela, todos os alunos terão chances de conseguir testar seus conhecimentos e alcançar o mínimo de nota necessário.





Reunião com a equipe gestora, representantes de turmas e professores


Aconteceu na quarta-feira (23/05), nos três turnos, reunião com a equipe gestora, representantes de turmas e professores. Os objetivos do encontro foram apresentar os representantes de turmas, divulgar os respectivos professores-monitores, socializar resultados da última reunião da equipe gestora com membros do Conselho Escolar, divulgar o Regimento Interno e traçar metas financeiras para a Festa Junina, além de fazer a subdivisão dos lucros da referida festa.

Em relação a reunião, foi informado aos presentes que o PPP está praticamente formatado e que sua minuta já está disponível no site da Escola para a apreciação de todos. A infraestrutura da escola sempre foi um problema que, por abandono político, a escola sempre tem que se virar para deixar um ambiente com o mínimo de conforto para o processo educacional, neste sentido foi informado que lâmpadas serão trocadas e mais ventiladores serão instalados, além da aquisição de mesas para os professores. Também foram informados sobre as finanças da escola, que por conta da reforma inacabada deixada pela construtora e por descaso do governo ficaram um tanto fora de controle, porém está tendo todo um empenho do Conselho Escolar para o seu equilíbrio e transparência.

Foi feita uma rápida divulgação do Regimento Interno Disciplinar, guia da boa conduta dos integrantes da Escola Frei Othmar. Este documento está disponível no site também.
A festa junina, que acontecerá no dia 30 de junho, no Ginásio do Colégio Dom Amando, terá como tema: Luiz Gonzaga: 100 anos do rei do baião. Dia 12 de junho, acontecerá a pré-festa junina que terá como objetivo angariar fundos para a realização da grande festa.

Foi traçada uma meta financeira (5 mil reais). Valores que serão distribuidos assim: 30% - alunos; 30% - professores; 20% - escola e 20% - banda.

O Casal Caipira será denominado de Lampião e Maria Bonita e será representado por alunos. Cada turno terá o seu casal que, envolvidos com o turno respectivo, tentarão todos os meios (adequados) para conseguir a maior quantidade de dinheiro. Ganha o casal que no dia da festa junina apresentar a maior quantidade de dinheiro conseguido. O destino da verba do Casal Caipira será a aquisição e instalação de grades em algumas salas da escola, que nem se quer porta tem.

Confira algumas fotos do evento:
Alunos e professores atentosDiretora Rosilda Andrade dando os comunicados


Matéria de nosso site: www.escolafreiothmar.g12.br

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Programação dia das Mães - Confira a homenagem que a Escola preparou


ROTEIRO DA PROGRAMAÇÃO EM HOMENAEM ÀS MÃES

Data: 11/05/12.

Local: salão paroquial da Igreja do Santíssimo.

Hora: 18h

Acolhida: Profª Rosilda Andrade
Oração de agradecimento: Profª Geila.

Apresentação cultural:
Vídeo;
Encenação;
Músicas;
Poesias;

Sorteio de brindes.

domingo, 6 de maio de 2012

Torneio da Integração

Aconteceu no último sábado (05/05) o torneio da integração dos alunos da Escola Frei Othmar. Pela manhã e pela tarde, os times de futsal e handbool, formados por turmas e séries, se revesavam na disputa pelos melhores lugares.
O grande campeão de futsal foi o time da turma 202, que venceu a final contra o time formado por alunos da 302 e da 303.
O torneio foi organizado pela professora Carla de Educação Física com a ajude de todos os demais.
Confira algumas imagens.

Profa Carla e profa Nezi A torcida Diretora Rosilda
Os atletas Na concentração Na disputa
Veja mais imagens no facebook da escola.

Reunião ordinária do Conselho Escolar (04/05)

Sexta-feira (04/05), das 18h às 19h, aconteceu reunião ordinária do Conselho Escolar da Escola Frei Othmar. Os assuntos discutidos foram:
  • Boas vindas à nova direção da escola, na pessoa de Rosilda Andrade como diretora;
  • Transparência Othmar
  • Instituição da Associação dos Alunos da Escola Frei Othmar
  • Eleição de membros do Conselho Escolar para o próximo biênio;
  • Cantina;
  • Outdoor;
  • Xérox;
  • Formatação do PPP e
  • Avaliação Institucional.
  • Reunião ordinária do Conselho
Está no site da escola (www.escolafreiothmar.g12.br) uma página chamada Transparência Othmar, através dela serão feitas as prestações de contas de todos os recursos que entram e saem da escola, isto contando a partir do ano de 2012.
A Instituição da Associação dos Alunos da Escola Frei Othmar terá uma diretoria que representará todos os alunos do educandário. Esta diretoria será composta de:
Presidente e vice;
Secretário e suplente e
Tesoureiro e suplente.
Portanto, como no mínimo de 6 (seis) membros.
A escolha desta diretoria será entre os representantes de turmas, que poderão se candidatar e votar.
Alunos passarão nas turmas falando sobre o processo e da importância desta associação.
Esta associação terá status de grêmio estudantil.
Eleição de membros do Conselho Escolar para o próximo biênio
O Conselho Escolar é composto por representantes de todas as categorias, a saber: especialistas em educação, professores, alunos, funcionários, pais ou responsáveis e membros de organizações comunitárias. O novo Conselho será composto por 3 (três) membros titulares e 3 (três) membros suplentes de cada categoria; estes número vêem do número de gestores, que na escola Frei Othmar são três e são membros natos pertencentes à categoria de especialistas em educação.
Uma comissão eleitoral será formada para organizar o processo eleitoral do novo Conselho Escolar. Esta comissão terá dois representantes de cada categoria. Os representantes das categorias serão os responsáveis pela escolha de seus representantes para o Conselho Escolar.
Ficou decidido como critério de candidatura para as categorias, e que será amarrado no regimento eleitoral pela comissão eleitoral, o seguinte:
Para as categorias de funcionários e professores: se dará um prazo para a inscrição de candidatos, pelo menos 6 (seis) devem se inscrever (três titulares e três suplentes), se, findado o prazo, não houver o número suficiente de candidatos, todos os membros da categoria se tornam candidatos e os seis mais votados, se aceitarem, comporão o Conselho;
Para a categoria alunos a escolha se dará entre os representantes de turmas (presidente e vice), que deverão ser maiores de 12 (doze). Um prazo será dado para as inscrições de pelo menos 6 (seis) candidatos, se isso não ocorrer todos os representantes de turmas serão candidatos e o processo ocorrerá como nas categorias de professores e funcionários;
Para a categoria de membros de organização comunitária (igrejas, associações, ongs, etc.) os representantes desta categoria na comissão eleitoral conduzirá o processo de escolha que poderá ser por convite, por votação, por aclamação e similares, desde que se tenha os seis membros representantes desta categoria no Conselho Escolar. Para isso vai ser preciso sensibilizar dirigentes de igrejas, associações, ONGs e etc. sobre a importância da participação de representantes de suas instituições no Conselho.
E para a categoria pais ou responsáveis, o processo deverá ocorrer através de convites, sensibilizações, indicações e este processo poderá ser feito por todos uma vez que é desafiante envolver os pais ou responsáveis no dia a dia da escola.
A data de apresentação dos nomes do novo Conselho Escolar será no dia 12 de junho numa Assembléia Geral marcada para às 16h30m.
Cantina
Um contrato de renovação dos serviços oferecidos pela cantina será assinado até o dia 11 de maio. O valor mensal do aluguel é de R$300,00 (trezentos) reais a ser pago todo dia 05 de cada mês. Na semana que não houver atividades na escola com alunos, será descontado o valor referente ao repasse do aluguel.
O recurso arrecadado da cantina será destinado à compra de café e à, material de limpeza.
Outdoor
Existem interessados em restabelecer os outdoors nas dependências da escola. Há uma proposta de anualmente R$400,00 (quatrocentos) para cada um (são dois). Esta proposta ainda será avaliada mais detalhadamente, pois até hoje só houveram aproveitadores do espaço cedido pela escola para colocação de outdoors.
Xérox
Foi rejeitada a possibilidade de xérox nas dependências da escola. O Conselho julgou desnecessária sua implantação devido a aquisição de livros didáticos para matérias que antes não os tinham e também porque a escola possui uma máquina que supre algumas necessidades e temos, próximo à escola, serviços de xérox.
Formatação do PPP
O PPP está sendo formatado e para isso precisa de alguns documentos que estão pendentes como: projetos desenvolvidos pela escola (Biblioteca, Laboratório de Informática, Mais Educação, Site da Escola, Sala Limpa) e do mapa estatístico de 2011.
Avaliação Institucional
Segundo o PPP, reformulado no início do ano de 2012, a avaliação institucional ocorrerá a cada ano. Ficou decidido que a aplicação desta avaliação e a apuração de seus resultados se darão por instituições e pessoas de fora, isso para garantir a imparcialidade e a isenção de membros da escola.
Reuniões ordinárias do Conselho
Ficou decidido que toda 1ª (primeira) sexta-feira de cada mês letivo haverá reunião ordinária do Conselho Escolar, no horário das 18h às 19h.

Fonte: Site da escola Frei Othmar

segunda-feira, 30 de abril de 2012

Publicações dos Conselhos Escolares


Estratégia de gestão democráticaConselhos Escolares: uma estratégia de gestão democrática da educação pública. Publicação destinada aos dirigentes e técnicos das secretarias estaduais e municipais de educação. Traz uma reflexão sobre a importância desse colegiado e traz uma análise da legislação municipal e estadual referente aos Conselhos Escolares. Foi elaborada visando a oferecer aos gestores educacionais nas secretarias estaduais e municipais de educação subsídios para a compreensão do significado dos conselhos na gestão da educação pública. Público alvo: Secretarias estaduais e municipais de educação para a compreensão do significado dos conselhos na gestão da educação pública.


Democratização da escola e construção da cidadania
 Caderno 1 – Conselhos Escolares: democratização da escola e construção da cidadania. Está organizado em duas partes. A primeira aborda a legislação educacional que sustenta e viabiliza o funcionamento dos conselhos escolares em seus objetivos, limites e possibilidades. A segunda parte trata, especificamente, dos conselhos escolares em algumas dimensões que a sua existência e funcionamento envolvem.





Conselho Escolar e a Aprendizagem na EscolaCaderno 2 – Conselho Escolar e a Aprendizagem na Escola. Trata a educação como prática social que visa ao desenvolvimento de cidadãos conscientes, autônomos e emancipados e entendendo o Conselho Escolar como instrumento de gestão democrática colegiada, especialmente no acompanhamento responsável da prática educativa que se desenvolve na escola e na construção de sua principal função que é seu projeto político-pedagógico.




Conselho Escolar e o Respeito e a Valorização do Saber e da Cultura do Estudante e da ComunidadeCaderno 3 – Conselho Escolar e o Respeito e a Valorização do Saber e da Cultura do Estudante e da Comunidade. Reflete sobre a importância da presença do saber e da cultura sobre a negação no processo didático-pedagógico da escola. O caderno divide-se em três partes - a formação humana e os desafios; a superar no âmbito da escola; a pedagogia da emancipação na escola e o encontro dos saberes.





Conselho Escolar e o Aproveitamento Significativo do Tempo PedagógicoCaderno 4 – Conselho Escolar e o Aproveitamento Significativo do Tempo Pedagógico. Trata a função da escola de formar o cidadão, assegurando ao educando o acesso e a apropriação do conhecimento sistematizado, mediante a instauração de um ambiente propício as aprendizagens significativas ás praticas de convivência democrática. Para cumprir sua função precípua de favorecer essa formação, a escola precisa construir/instituir, de forma coletiva, um projeto político-pedagógico.




Conselho Escolar, Gestão Democrática da Educação e Escolha do DiretorCaderno 5 – Conselho Escolar, Gestão Democrática da Educação e Escolha do Diretor. Tem como objetivo oferecer contribuição para o fortalecimento dos mecanismos de democratização da escola, em especial do Conselho Escolar e dos processos de escolha de diretores por meio da análise dos desafios, limites e possibilidades da gestão democrática: a participação cidadã na escola.





Conselho Escolar como Espaço de Formação HumanaCaderno 6 – Conselho Escolar como Espaço de Formação Humana: círculo de cultura e qualidade da educação. O Conselheiro é um militante na construção da democracia e cidadania. Participa como co-responsável na construção de uma educação escolar inclusiva e de qualidade social. Sua prática é um processo de formação humana e exige momentos específicos de qualificação, que se realiza pela qualificação da prática educativa escolar. Para os encontros de qualificação dos conselheiros é apresentada uma metodologia fundada nos Círculos de Cultura, enfatizando as fases de: a) problematização, investigação rigorosa do problema, b) teorização, estudo para fundamentação de alternativas de solução e c) planejamento da intervenção e acompanhamento da execução.

Conselho Escolar e o Financiamento da Educação no BrasilCaderno 7 –Conselho Escolar e o financiamento da Educação no Brasil Este caderno tem como objetivo discutir o financiamento da educação básica no Brasil e contribuir com os conselheiros escolares na análise e compreensão das questões referentes a essa temática. Nesse sentido, discute a questão do financiamento no âmbito legal, o papel dos movimentos e órgãos colegiados na garantia do direito à educação. Busca discutir, ainda, as políticas educacionais em um sentido mais amplo, ou seja, aquelas ligadas diretamente aos sistemas de ensino e as questões relacionadas à instituição e à participação da comunidade local e escolar.

Conselho Escolar e Valorização dos Trabalhadores em EducaçãoCaderno 8 – A valorização dos trabalhadores da educação básica é um imperativo histórico. Para que esta valorização ocorra, é necessário que os Conselhos Escolares reflitam sobre esses trabalhadores: quem são, qual a sua trajetória histórica, que lugar ocupam na divisão social do trabalho, as razões da desvalorização social ou desprestígio que sofrem e o que pode e deve ser feito para que esse processo de valorização continue e dê bons frutos. O objetivo político-pedagógico desse processo é o de resgatar a importância desses trabalhadores no campo educacional, contribuir para que a escola possa tornar-se um espaço efetivo de mediação, de formação humana e de exercício da democracia participativa, visando à construção de uma sociedade igualitária e justa. Razões da desvalorização social ou desprestígio que sofrem e o que pode e deve ser feito para que esse processo de valorização continue e dê bons frutos.

Conselhor Escolar e a Educação do CampoCaderno 9 – Conselho Escolar e a Educação do Campo. O caderno prioriza reflexões sobre a Educação do Campo e as Escolas do Campo, a partir do entendimento das organizações sociais e encaminha sugestões para que cada coletivo escolar possa estabelecer seus próprios mecanismos que assegurarão a participação social na delimitação de suas ações, dando destaque ao conselho escolar como uma estratégia ímpar nesse contexto de democratização da educação e da sociedade, e objeto central deste caderno. Este caderno integra o Programa Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares e tem como objetivo contribuir para que o conselho escolar possa atuar como um dos instrumentos de gestão democrática nas escolas do campo.

Conselhor Escolar e a Relação entre a Escola e o Desenvolvimento com Igualdade SocialCaderno 10 – Conselho Escolar e a Relação entre a Escola e o Desenvolvimento com Igualdade Social. Neste Caderno procura-se, junto aos conselhos escolares, ampliar o debate em torno do princípio da igualdade e do desenvolvimento, focalizando algumas questões cruciais para a educação no cotidiano das escolas. O aprofundamento desse debate na escola é potencialmente rico por possibilitar a todos os profissionais da educação, aos pais e aos estudantes ampliarem a compreensão e as vinculações da escola com a sociedade e com os projetos sócio-educativos, bem como o (re)conhecimento dos mecanismos de exclusão e discriminação de quaisquer ordens presentes na sociedade e na escola, para melhor enfrentá-los e superá-los.


Caderno 11Caderno 11 - Conselho Escolar e Direitos Humanos - Este 11º caderno pretende ser um subsídio à formação dos conselheiros escolares,trazendo, à sua reflexão, elementos para a compreensão da Educação em Direitos Humanos como uma política pública atravessada por valores éticos, subjetividades, relações, práticas sociais e institucionais. Nesse sentido, os Direitos Humanos podem ser compreendidos como um processo de organização e de luta pela conquista de direitos individuais, coletivos, políticos, religiosos, sociais, culturais, ambientais, dentre tantos outros.




Caderno 12Caderno 12 - Conselho Escolar e sua organização em fórum - Este caderno se constitui em um mapa para criação e movimentação dos conselhos escolares e sua organização em fórum. Trata-se de um mapa, com sugestões para a criação e movimentação de uma política de gestão educacional para unidade de ensino (conselho) e redes ou sistemas de ensino (fórum).





Outras publicações de interesse


index.php?option=com_docman&task=doc_download&gid=8683&Itemid=Conselho Escolar: algumas concepções e propostas de ação - O presente livro refere-se à experiência desenvolvida por um grupo de professores, turores, alunos da pós-graduação e da graduação da Universidade Federal de São Carlos e profissionais da Secretaria de Educação desse município paulista, que propôs e desenvolveu um curso de formação continuada em conselhos escolares destinado a técnicos de redes/sistemas municipais de educação do Estado de São Paulo.





Indicadores de Qualidade na EducaçãoIndicadores de Qualidade na Educação. Os Indicadores de Qualidade foram criados para ajudar a comunidade escolar na avaliação e na melhoria da qualidade da escola. Este é seu objetivo principal. Compreendendo seus pontos fortes e fracos, a escola tem condições de intervir para melhorar sua qualidade de acordo com seus próprios critérios e prioridades. Nesta publicação foram identificados sete elementos fundamentais - chamados de dimensões - que devem ser considerados pela escola na reflexão sobre sua qualidade. Para avaliar essas dimensões, foram criados alguns sinalizadores de qualidade de importantes aspectos da realidade escolar: os indicadores.



Indicadores de Qualidade: ensino e aprendizagem da leitura e da escritaIndicadores de Qualidade: ensino e aprendizagem da leitura e da escrita - Ensino Fundamental : Esta publicação é parte dos Indicadores da qualidade na Educação, sistema que vem sendo desenvovido desde 2003 com o objetivo de envover toda a comunidade escolar na avaliação e na mobilização pela melhoria da qualidade na educação. Ela contém os indicadores de qualidade relativos ao ensino e à aprendizagem da leitura e escrita no ensino fundamental.




Fonte: MEC

Filosofia no Ensino Médio, Segundo PCN de Ciências Humanas e suas Tecnologias

por: Fernando Pina



Os Parâmetros Curriculares Nacionais do Ensino Médio de Ciências Humanas e suas Tecnologias, destaca que a filosofia no Ensino Médio consiste na formação do aluno enquanto ser social, crítico e humano, tudo isso relacionado ao verdadeiro papel da filosofia que é a luz da reflexão crítica, criativa e criteriosa utilizando o pensar que será manifesto no falar e nas ações.

É necessário entender e enxergar a Filosofia no Ensino Médio como uma reflexão sobre temas em geral, não como uma critica, “o falar mal de tudo e todos”. Seu objetivo deve ser estimular a investigação dos fatos, elaborando conclusões que criem alternativas, ou seja, soluções significativas para uma comunidade, levando a uma reconstrução, a um grau de formação cultural. Nesse Sentido é fundamental rever a prática de ensino, uma vez que a filosofia não é apenas uma disciplina ela dá alicerce para um pensamento reflexivo de qualidade capaz de implicar mudanças em um meio. Tal capacidade deve ser desenvolvida em sala, mostrando o quanto, uma reflexão bem elaborada, tanto escrita como externada pode ajudar a resolver problemas ditos como impossíveis, ajudando a encontrar um equilíbrio entre os princípios individuais e os sociais.

Mais sobre: Filosofia no Ensino Médio, Segundo PCN de Ciências Humanas e suas Tecnologias